


No início da noite de quinta-feira, 2 de julho, o Complexo Policial da 8ª Coorpin (Coordenadoria de Polícia do Interior) sofreu uma tentativa de fuga, que foi em parte frustrada. A partir disso, os presos iniciaram uma rebelião, chegaram a atear fogo em alguns colchões, roupas e outros objetos de uso pessoal que se encontravam com eles nas celas, além de quebrar os cadeados que trancavam as celas. No entanto, a rebelião também não teve sucesso, foi controlada por volta das 21 horas, mas só chegou realmente ao fim depois das 22 horas quando a Polícia Militar tomou conta da situação. Os presos tentaram fugir após cavar um túnel subterrâneo da cela 3, que dava acesso à frente do Complexo. A fuga foi em parte frustrada após o sargento PM David, que auxiliava na segurança do complexo, observar os presos saindo praticamente na sua frente. Neste momento o sargento David conseguiu prender um dos presos que tentava fugir e chamou os policiais que estava de plantão, que acabou controlando a tentativa de fuga. Apenas um preso conseguiu fugir. Ainda não se sabe a quantidade de presos que fugiram, visto que isso só seria possível após a contagem de todos os detentos.
O complexo policial da 8ª Coorpin tem capacidade para 28 presos. No momento da fuga, a informação é que o número de presos chegava a 99, praticamente 4 vezes acima de sua capacidade, e isso com os presos vivendo em celas em condições subumanas, amontoados.
Os presos cavaram o túnel partindo da cela 3 porque no dia anterior, 1º de julho, essa cela teve seu vaso sanitário trocado e os policiais colocaram os presos de volta na cela ainda com cimento mole. Os presos tiraram o vaso e começaram a cavar o túnel que saiu na frente do complexo.
O complexo policial da 8ª Coorpin tem capacidade para 28 presos. No momento da fuga, a informação é que o número de presos chegava a 99, praticamente 4 vezes acima de sua capacidade, e isso com os presos vivendo em celas em condições subumanas, amontoados.
Os presos cavaram o túnel partindo da cela 3 porque no dia anterior, 1º de julho, essa cela teve seu vaso sanitário trocado e os policiais colocaram os presos de volta na cela ainda com cimento mole. Os presos tiraram o vaso e começaram a cavar o túnel que saiu na frente do complexo.
